O prometimento causa esperança
Mas ambos não são certezas
Por isso tão incerto e o tormento
E tão sombrio o acontecimento
Mas ambos não são certezas
Por isso tão incerto e o tormento
E tão sombrio o acontecimento
Tudo se torna sem sentido
Tudo se torna medo e angústia
Sentimentos previsíveis para a imprevisibilidade da promessa
Tudo muda, nada permanece
Difícil é estar à mercê
Como se fosse um objeto
Sem direito a escolha, sem direito a planos
Ambições, se as temos, logo são resfriadas com um balde de água fria
E tudo se torna sem sentido
Sem chão, sem escolha
Sem respeito, sem direito
Um insulto a vocação
Um total desprezo de um talento
De uma entrega e uma trajetória
Tudo se torna medo e angústia
Sentimentos previsíveis para a imprevisibilidade da promessa
Tudo muda, nada permanece
Difícil é estar à mercê
Como se fosse um objeto
Sem direito a escolha, sem direito a planos
Ambições, se as temos, logo são resfriadas com um balde de água fria
E tudo se torna sem sentido
Sem chão, sem escolha
Sem respeito, sem direito
Um insulto a vocação
Um total desprezo de um talento
De uma entrega e uma trajetória
E assim, como numa escada de poder
Um impede que o outro suba
Tem gente que até empurra
E assim vamos caindo, perdendo a razão
O sentimento se torna frio por pura proteção
Os sonhos feridos por desistência
E a realização que nunca chega
Por que não deixam
Não vale a pena!
Não vale a saúde!
Não vale o apego!
Não vale o desassossego
Não vale deixar um coração a deriva
De uma espera que nunca se concretiza
E que torna impaciente e louco, o serviçal!
Os escravos servirão!
Eu não servirei! Não por opção mas por dádiva e honra!
Por ideal, por amor-próprio e por rebeldia com causa
E por saber que, depois de toda noite solitária e louca,
Sempre surge um novo dia,
A luz, o Deus Sol, a cura
O renascimento, a liberdade e a felicidade.
Simone Dimilatrov
Santos, 24 de novembro de 2016
Um impede que o outro suba
Tem gente que até empurra
E assim vamos caindo, perdendo a razão
O sentimento se torna frio por pura proteção
Os sonhos feridos por desistência
E a realização que nunca chega
Por que não deixam
Não vale a pena!
Não vale a saúde!
Não vale o apego!
Não vale o desassossego
Não vale deixar um coração a deriva
De uma espera que nunca se concretiza
E que torna impaciente e louco, o serviçal!
Os escravos servirão!
Eu não servirei! Não por opção mas por dádiva e honra!
Por ideal, por amor-próprio e por rebeldia com causa
E por saber que, depois de toda noite solitária e louca,
Sempre surge um novo dia,
A luz, o Deus Sol, a cura
O renascimento, a liberdade e a felicidade.
Simone Dimilatrov
Santos, 24 de novembro de 2016

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