Não precisamos de muito
Não precisamos principalmente do que não é nosso
Não precisamos roubar o lugar do outro
Nem entrar em qualquer jogo
Que venha a condenar a alma ao limbo dantesco
Não precisamos principalmente do que não é nosso
Não precisamos roubar o lugar do outro
Nem entrar em qualquer jogo
Que venha a condenar a alma ao limbo dantesco
A minha súplica, todas as noites
É para que a escuridão traga calma e descanso
E não lágrimas e desespero
Peço a mim e aos quatro cantos
Que a todos levem bons ventos
Eu tenho em minha mente
Eu tenho em meu coração
Eu tenho em minha alma
Toda a paz e o amor deste mundo
E a certeza de que nunca feri alguém
E, que, esse amor e paz que de mim emanam
Aumente e atinja os quatro cantos
Eu tenho em minhas mãos
O talento de criar sonhos
A habilidade de tocar outra alma
Com a magia das palavras
Talento tecido e transformado em teia que ressoa sensibilidade
E quando a vida pedir força e resiliência
Lembre-se que, “amanhã, sempre é um novo dia!”
E que é na perspicácia de saber o que se deve fazer
Quando tudo parecer perdido
Abrir a janela
Deixar a luz dourada da manhã entrar
A caverna iluminar
As trevas afastar
E vidas reanimar
Simoni Dimilatrov
Em 08 de novembro de 2016.
Em 08 de novembro de 2016.

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