Hoje minha cabeça cheia de sonhos cinzentos e invocações de
criações a Saraswati
Está cheia de nada como o céu azul sem nuvens
Assim oca, abandonada a futilidade do bronzear da tez ao sol nascente
Ainda lenta e dormente, noutro plano
Os olhos inchados, estive em uma festa indecente
Num descomplexo vadiar, dar-se o direito de nada lembrar
As ideias se tornaram enevoadas
É sempre assim quando provo do veneno da desilusão
Em preces faço meus queixumes as musas
Onde estão que me abandonastes?
Alguém responde bem ao longe
Hoje é feriado no Museon!
Viu? Foi bom ontem quando fostes gozar a vida!
Beber das vinhas que não são da ira
E sim doces e inebriantes
Antigo e helênicos prazeres
Ah, deixe de ser sempre certa, dê se o direito de ser incerta
Indisciplinada, errada, amoral e devassa
Dê-se uma dose da velha juventude desvairada
Sem compromisso e selvagemente inconsequente
Quem sabe seus beijos deixam ser de tão amargos
Tens tomado tanto cuidado com pensamentos, sentimentos e falas
Que acabadas observada e fodida de todo jeito
Isso mesmo! Fodida de todo jeito!
Aceite que uns nasceram para foder e outros para serem fodidos
Isso é karma! Então deixe foder-se bastante para expiar tudo
Sim, és do tipo que sem fazer nada já chama a atenção
Mesmo abaixo de sete palmos
Escondida debaixo de nove véus
Pensas em silêncio, esperteza e exílio
Mas tudo e todos vigiam
Hoje, se é dia ou é noite, tanto faz
Vais tomar a pílula e vais sonhar
Vai esquecer de tudo e de todos
Vai ser você! Como é bom ser apenas você!
“Relax don't do it”.
“Relaxe não se segure”.
Simone Dimitrov
Santos, 20 de setembro de 2016
Assim oca, abandonada a futilidade do bronzear da tez ao sol nascente
Ainda lenta e dormente, noutro plano
Os olhos inchados, estive em uma festa indecente
Num descomplexo vadiar, dar-se o direito de nada lembrar
As ideias se tornaram enevoadas
É sempre assim quando provo do veneno da desilusão
Em preces faço meus queixumes as musas
Onde estão que me abandonastes?
Alguém responde bem ao longe
Hoje é feriado no Museon!
Viu? Foi bom ontem quando fostes gozar a vida!
Beber das vinhas que não são da ira
E sim doces e inebriantes
Antigo e helênicos prazeres
Ah, deixe de ser sempre certa, dê se o direito de ser incerta
Indisciplinada, errada, amoral e devassa
Dê-se uma dose da velha juventude desvairada
Sem compromisso e selvagemente inconsequente
Quem sabe seus beijos deixam ser de tão amargos
Tens tomado tanto cuidado com pensamentos, sentimentos e falas
Que acabadas observada e fodida de todo jeito
Isso mesmo! Fodida de todo jeito!
Aceite que uns nasceram para foder e outros para serem fodidos
Isso é karma! Então deixe foder-se bastante para expiar tudo
Sim, és do tipo que sem fazer nada já chama a atenção
Mesmo abaixo de sete palmos
Escondida debaixo de nove véus
Pensas em silêncio, esperteza e exílio
Mas tudo e todos vigiam
Hoje, se é dia ou é noite, tanto faz
Vais tomar a pílula e vais sonhar
Vai esquecer de tudo e de todos
Vai ser você! Como é bom ser apenas você!
“Relax don't do it”.
“Relaxe não se segure”.
Simone Dimitrov
Santos, 20 de setembro de 2016

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